Prezados Águias
“BONDADE NA BERLINDA”Antes considerada uma virtude, a generosidade agora é vista com desconfiança e como sinal de fraqueza da sociedade.
Esta é uma matéria jornalística de autoria de João Loes e Maíra Magro na revista Isto É de 17 de junho de 2009. Segundo o autor e autora , esta é uma conclusão a que chegaram a historiadora Barbara Taylor e o psicólogo Adam Phillips, autores do livro “On Kidness” (Sobre a Bondade, em tradução livre), publicado nos Estados Unidos e sem versão em português. Com informação colhidas em estudos de teoria social, psicanalistas e registros históricos, eles defendem a importância do altruísmo para a construção de uma sociedade funcional, mas também mostram quanto a noção de bondade foi distorcida e hoje é malvista do que entendida como algo positivo. “As pessoas não se esqueceram do valor da bondade, mas perderam a confiança na habilidade própria e na dos outros de serem bons. A bondade virou sinal de fraqueza.”
Infelizmente temos que concordar com os autores da pesquisa. Não só porque constatamos mas, porque é uma verdade escrita nas Sagradas Escrituras no Livro de Mateus no capítulo 24 intitulado: O Sermão Profético. A destruição do Templo, no subtítulo O Princípio das Dores, no verso 12 podemos ler: “E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de QUASE TODOS”.
Devemos perceber que a iniquidade não são somente aquelas notícias catastróficas, que geram imagens horríveis e neste sentido podemos ter centenas e centenas de fatos. Vemos que a iniqüidade também é desonestidade que impera. Também é a ganância. Também é a falta de decoro e principalmente dos nossas autoridades, claro está que como diz o próprio texto bíblico o esfriamento do amor não será perceptível em todos. Sempre restará uma esperança. E, esta é o meu e o seu coração que acreditamos em um Deus que é Amor! Em um Cristo que sofreu o que sofreu para que eu e você creiamos que a esperança jamais morrerá nos corações daqueles que não se dobraram, não se curvaram e não adoraram o príncipe deste mundo. Enquanto não nos deixarmos encantar pelas fábulas de que estamos construindo uma sociedade mais justa por princípios fundamentados em ideologias e enquanto não percebermos a brevidade da vida, enquanto não percebermos que o pão de cada dia deve ser ganho com suor e é uma dádiva de um Deus que provém as nossas necessidades, enquanto não criarmos falsas necessidades, como um pequeno exemplo diante de tantos citamos: ter o novo celular se, não sabemos usar nem o que estamos usando neste momento. Percebamos que as necessidades são impostas a uma sociedade que acredita que o importante é estar na frente não importando os meios. Uma sociedade que bate palmas para a corrupção, quando perpetua nos cargos públicos indivíduos grotescos. Percebamos que o essencial para nossa vida é provido por pouca coisa. Se meu colega de trabalho tem diversas televisões em casa, porque eu tenho que ter também?
Isto não quer dizer que devemos ter uma vida cheia de privações. A injustiça é estabelecida por um grupo de indivíduos que manipulam um todo. Este pequeno grupo manipula esta grande massa porque esta grande massa não quer ir de encontro ao conhecimento. Está presa ao próprio pensamento destes indivíduos. Se você não quer ter uma vida medíocre, busque cada vez mais as coisas espirituais. Busque um encontro com o Deus que te criou. Não busque este encontro para trocar ou algo perecível. Busque este encontro como um Filho busca o Pai. Em Jesus Cristo podemos chamar Deus de PAPAIZINHO! Ele sempre estará disposto a te ouvir. Procure nas Sagradas Escrituras este conforto e verás que cada vez mais a Palavra de Deus e suas promessas se cumprirão. O tempo é agora!
Vamos em frente!
Prof. Marcos Tarciso – Licenciado em Física – Especialista em Inteligência Empresarial e Bacharel em Teologia.