quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A casa da riqueza.

A casa da riqueza não é tão grande como parece, nem impossível como imaginamos, ela é construída em terreno firme, erguida em cima de alicerce forte e sólido, feito de trabalho duro e constante.Cada tijolo colocado é o fruto de uma conquista, as paredes vão sendo erguidas com a argamassa do suor, da dedicação e da paciência. O piso é feito de poupança, sacrifício e perseverança, as portas são feitas de domingos e feriados dedicados ao trabalho, em detrimento de churrascos, festas e diversões, a pintura vem da tinta da renúncia ao desperdício e a preguiça, as janelas são feitas de amor e esperança no trabalho, o teto é feito das oportunidades aproveitadas, com o acabamento do conhecimento, atitude positiva e da fé em si e em Deus.Infelizmente esse tipo de casa, não se encontra pronta, a gente tem que construí-la ao longo das nossas vidas, podendo a construção ser rápida, media, ou longa, depende única e exclusivamente da atitude e da vontade férrea do construtor.


Daniel Fiúza.
Abraços Priscilla Nogueira

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Líder ou liderado?

No mundo existem geralmente dois tipos de pessoas: os que fazem acontecer e os que esperam tudo acontecer. Este paradigma também está presente nas organizações. Nelas encontramos os líderes e os liderados. Os liderados geralmente são pessoas que apresentam problemas, enquanto o líder, apresenta soluções. Este posicionamento em relação às soluções, em tempos de alta competividade, é o grande diferencial e o marco divisor das pessoas que almejam o sucesso profissional.
Ser líder requer sempre uma posição pró-ativa, como forma de romper barreiras e principalmente dependências em relação aos outros. O grande líder nas organizações ama o que faz e é um gestor de apostas futuras no ser humano, tendo ao seu lado ferramentas poderosas tais como: a humildade, a flexibilidade, a habilidade, a ética, a versatilidade e a cumplicidade com os sonhos de felicidade das pessoas que o cercam.
Por Adonai Zanoni de Medeiros
Abraços a todos
Sellllllvaa!!!
Priscilla Nogueira

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:

"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes". No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
-Quem será que estava atrapalhando o meu progresso? Ainda bem que esse infeliz morreu!
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.A pergunta ecoava na mente de todos:
"Quem está nesse caixão"?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento:
VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU (SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".

Luís Fernando Veríssimo

Boa semana a todos!
Priscilla Nogueira

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A vitória sobre as dificuldades

A vitória sobre as dificuldades é a grande descoberta do homem a respeito de si mesmo. A felicidade não foi prometida ao homem como dádiva. Ela é, essencialmente, uma conquista. Mas para chegar a ela é necessário lutar, transpor obstáculos, ser obstinado, ter paciência, esperar. A felicidade é como uma obra de artesanato: fio por fio, fibra por fibra. Ela não nasce feita, ela se faz, minuto a minuto na prática do bem e na paz da consciência. Mas, quando ela chega, é para ficar, é sua, definitivamente sua!
Boa Semana a todos!!
Priscilla

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Ele vai ver...com quantos paus se faz uma canoa!

Desde os meus anos de mui pequenino, claro que numa idade em que já podia fazer umas perguntas, dessas que toda criança faz, ouvia e ouvia muitos ditados de que o nosso povo faz uso e ainda hoje, volta e meia, relembro alguns deles e percebo que muitos já não são nem mais conhecidos pela dita tal modernidade.
Talvez este que você leu acima, tenha sido pronunciado por pessoas de umas “tribos diferentes”. Hoje numa linguagem “pós-moderna” o que mais se usa é o tal do “caraca”. Caraca serve para um monte de coisas. Até as pequeninas crianças já as ouvi falar em alto e bom som!
Mas, não é sobre o “caraca” que eu desejo conversar com vocês hoje. Desejo mesmo é falar sobre o tal: “Ele vai ver...com quantos paus se faz uma canoa!

Por ter vivido uma infância nas e às beiras de uma praia – Itacuruçá – canoa prá mim não é um bicho dinossauro. Em que de um pequeno osso de um tamanho de um dente – “certos cientistas”- já definem inclusive o sexo do bicho. As apreciavas vindo ao sabor dos remos tocados por homens rudes e tostados pelo sol. Estas deslizavam sobre a fina lâmina d’água e desde o horizonte, qual lagartas do mar, chegavam à praia com peixes e neste momento as rodeávamos e nos encantávamos com toda aquela quantidade e variedades de peixes.
Hoje vejo poucas canoas...vejo poucos peixes...vejo poucas crianças rodearem canoas. Os “grandes” barcos tomaram tudo, qual boca de um mostro insaciável que nunca se cansa de encher seu estômago de tamanho imensurável.

No entanto, quando ouvia alguém falar este provérbio, sabia que o falante estava brabo com alguém e que vociferava vingança. Não é esta retomada de posição beligerante que desejo fazer e sim de que ao buscarmos destruir o projeto divino, na verdade estamos buscando enfrentar o próprio criador e aí...o que queremos da natureza criada?
Vamos é encontrar desespero! Destruição! Choro! Agonia!Morte! A vida esvaindo-se...
Pense um pouco, procure olhar todo o propósito de Deus!
Uma canoa pequena ou grande se faz com um pau só!

Obrigado pela atenção.
Prof. Marcos Tarcisio

















terça-feira, 24 de agosto de 2010

SER COMO ÁGUIA



Ser como águia é perder-se jamais na aparência das coisas e conhecer o seu real poder, tirando de si o máximo para dar o máximo a tudo o que nos rodeia. Ser águia é voar um voo distante sem receio de morrer, pois a águia sabe que a morte é certa e que contra ela nada pode fazer, mas pode fazer tudo em prol da vida.

A água vive a sua vida tranqüila nas alturas até os quarenta anos, quando tem que fazer uma grande escolha, enfrentar as suas limitações impostas pelo passar dos tempos ou se entregar à morte. Ela escolhe por viver e para isso enfrenta a dor de arrancar todas as suas penas e o seu bico para como a fênix poder renascer e prosseguir.

Aquele que vive a sua vida como águia sabe que a vida é feita de escolhas e assume a responsabilidade das suas sem qualquer receio. Vive nas alturas por que gosta de perceber o mundo em sua totalidade e abrangência, assim como com as suas asas poderosas, alcança voos distantes e retorna ao seu ninho, sem jamais se perder.

Ser águia é ser um vencedor. Conhecer suas qualidades e as fortalecer no dia a dia. Saber dos seus defeitos e os corrigir insistentemente até que desapareçam ou se transmutem em virtudes que possam trabalhar para o seu desenvolvimento e para o crescimento de todos os que com ela dividem o espaço na linha da vida na terra.
Abs,
Priscilla Nogueira

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Espelho da vida


O que você acha de bom nos outros está também em você. Os defeitos que você acha nos outros são os seus defeitos também. Afinal, para reconhecer algo, você tem que conhecê-lo. As potencialidades que você vê nos outros são possíveis também para você. A beleza que você vê ao seu redor é sua beleza. O mundo ao seu redor é um reflexo, um espelho que mostra quem você é. Para mudar seu mundo, você precisa mudar a si mesmo. Culpar e reclamar só tornará as coisas piores. As coisas com que você se importar sua responsabilidade. O que você vê nos outros lhe mostra você mesmo. Veja o melhor nos outros e você será uma pessoa melhor. Doe aos outros e estará doando a si mesmo. Aprecie a beleza, e você será belo. Admire a criatividade, e você será criativo. Ame, e você será amado. Procure compreender, e será compreendido. Ouça, e sua voz será ouvida. Ensine, e você aprenderá.Mostre ao espelho sua melhor face, e você ficará feliz com o que ele vai lhe mostrar.



Uma boa semana a todos!!!

Priscilla

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Li...reli...pensei e escrevi!

Para Roberto Aguiar, também especialista em segurança pública e professor da Universidade de Brasília (UnB), a superlotação, além de atrapalhar a gestão dos presídios, impede que sejam feitas ações de ressocialização dos presos. “O problema mais grave de nosso sistema atual é que um interno é punido três vezes. Primeiro porque fez algo ilegal e deve cumprir pena. Depois, quando chega à cela, porque é submetido às regras internas impostas por outros presos, que vão desde práticas sexuais até trabalhar como empregado. E por último, depois de cumprir a pena, ele volta à liberdade, mas não é aceito porque é ex-criminoso. Isso é desumano", afirma.

Li..re-li...e...pensei...e resolvi a escrever.

Primeiro: Existe na sociedade a falsa idéia de que o homem nasce bom e o meio é o que o transforma... Este pensamento é Russoriano... Fruto também de uma religião chamada de evolucionismo... Não só o homem evoluiu de um seu irmão mais próximo, os símios, como também a luta pela sobrevivência da espécie é facultada aos mais fortes e melhores dotados de habilidades. Há poucos dias atrás um jornal do Rio de Janeiro publicou uma matéria que contraria estas posições. Este veículo publicou uma matéria em que relacionava diversos colegas e amigos do Fernandinho beira-mar. De todos os nomes publicados pelo jornal o que chamava a atenção é que somente o beira-mar é que tinha se enveredado pelo caminho da marginalização. De outra feita não é a precariedade da vida que nos transforma em bandidos. Lembremo-nos que somos milhões de brasileiros que acordamos bem cedo e enfrentamos as condições de trabalho mais adversas e continuamos lutando um combate pelo pão de cada dia. Lembremo-nos também de que morador de comunidades carentes e pobres não são sinônimos de pessoas-do-mal.

Segundo: Temos que ter o cuidado para não cairmos no engano de que todos os marginais podem ser recuperados e que somente tratar com eles em condições melhores os farão seres humanos melhores. Não estou dizendo com isso de que devemos olhar e oferecer reais condições de humanização mas, ter a certeza de que nem todos serão melhores por que tem condições melhores de assistência.

Terceiro: O grande problema é que generalizamos a população carcerária como se todos fossem bonzinhos e coitadinhos... Eles não tiveram chance... etc..etc.
Devemos sim separar delitos e delitos. No entanto o que ocorre no Brasil é o favorecimento de alguns e o encarceramento de outros... Todos são iguais perante a Lei. Ninguém em sã consciência brasileira acredita neste princípio legal! É direito pétreo que no Brasil é quebrado!
Temos que considerar que delitos graves devem ser considerados em prisões com a característica de atender a estes delitos e delitos fortuitos devem ter um encarceramento para tal. Não podemos é juntar criminosos considerados por crimes hediondos com delitos efetuados por características eventuais.

Quarto: O Estado desconhece o apoio às vítimas.... O nosso sistema judiciário é lento e lento! No Brasil ainda existem municípios que sequer tem defensoria pública. Nos que existem faltam advogados. As varas judiciais estão repletas de processos e não temos juízes suficientes para julgar. Um processo é tão cheio de etapas que os anos consomem a percepção de justiça.
Quinto: Creio que o ser humano pode ser restaurado pelo poder infinito do amor de Jesus. Creio que homens e mulheres tiveram e hoje dão este testemunho de que ao aceitarem este amor realizado na Cruz do Calvário, suas vidas tomaram novo rumo, aconteceu o processo de conversão.

Mas, Jesus quando sofria na cruz pelo meu e seu pecado, estava ladeado por dois criminosos. Um deles pedia ao Senhor da Vida que o acolhesse em sua morada, o outro desdenhava de Jesus. O Cristo deu ouvidos ao que por ele clamava ao outro.
Amor é uma decisão! Contém uma parcela mui grande de compaixão.
Portanto, nenhum sistema tem o poder de consertar o ser humano. Não é a humanização dos presídios que fará esta obra.

Vamos em frente!
Professor Marcos Tarcisio

segunda-feira, 28 de junho de 2010

“Acessibilidade”

No último final de semana, falando a um grupo de jovens na região dos Lagos RJ (São Pedro da Aldeia), algo me pegou de surpresa na pergunta de um rapaz.
Falávamos sobre “acessibilidade”, ter acesso a riquezas, ter oportunidade de desfrutar do melhor, vivenciar momentos na condição de privilegio... Sempre na compreensão de que Deus como um Pai bondoso e generoso quer o melhor pra cada um de nós. A Bíblia nos ensina que pode um Pai, quando o filho o pede pão lhe dar pedras? Quanto mais o Pai celestial por nós.
Refletíamos sobre a postura de Jesus em apresentar o Reino dos céus na terra de forma simples e sempre acessível a todos, com simplicidade, doação e amor.

O rapaz perguntou-me? Lincoln como posso estar ou desfrutar, usufruir de coisas que nem sei que existem, é como querer ir a um lugar que nunca soube estar no mapa?

Fiquei pensando... Em muito aquilo impactou-me, saber que existem pessoas que realmente não tem oportunidades... Conhecimento, noção da existência de muitas coisas... Comecei a agradecer a Deus as pessoas que passaram na minha vida e hoje como sou abençoado de pessoas maravilhosas que estão bem perto, que me fazem desfrutar de ricos momentos, que minhas saudades às vezes são fruto da Cia e da paciência e doação dessas pessoas que tenho certeza Deus colocou próximas a minha vida e caminhada. Devemos ser gratos a Deus por isso, a reflexão, fazemos isso com as pessoas? Quando temos a oportunidade de conhecer e de saber, apresentamos a quem não tem?

Rapidamente falei ao rapaz, realmente você tem razão... Em muito temos necessidades e até sentimos falta ou prospectamos fruto de já conhecer, o conhecimento liberta já disse o pensador.

Mais Jesus nos ensinou: A verdade liberta creio que desfrutar do melhor é ser LIVRE.

Ter acesso e desfrutar do melhor é compreender o quanto Deus é bom, compreender que Ele pode nos colocar próximo de pessoas e em oportunidades pra que realmente desfrutemos das riquezas profundas, muitas vezes estamos equivocados nesse compreender, ser intenso e valorizar o que temos é saber ser simples no desfrutar do quanto é bom o que temos e o que Deus tem já nos abençoado.

Ter acesso é ser livre, pra no simples compreender ser o melhor intensamente.


Deus abençoe muito a todos,

Pr. Lincoln Lyra


sexta-feira, 18 de junho de 2010

Onde você quer Viver?

A grande realidade!!

Abraços:

Priscilla Nogueira.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!

Aos nossos queridos Águias!
Um Forte Abraço!!!!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Para Águia ouvir


Queridos ÁGUIAS,

Apresentamos aos Senhores (as) o novo CD do amigo César Belieny, autor da música tema do TCA 'O Despertar do Águia'. Não podemos deixar de elogiar o excelente trabalho com a aparente suspeita. Mas, o CD está muito legal e a Faixa 7 'Despertar da Águia' o nosso Hino sensacional!

Aqueles que desejarem adquirir um exemplar do CD entrem em contato conosco, ou pelo site:
cesarbelieny.com.br

A seguir subscreveremos a faixa-poema que abre o álbum:

1- CONVERGÊNCIA ( poesia ) - ( César Belieny )

A convergência me aponta

Para o contém e o está contido

Para o que é manifestado no secular sendo Santo

A convergência me aponta

Para o que é perfeito nos imperfeitos

Aponta pra causa e não pros efeitos ou defeitos

A convergência me aponta

Para o bom subjulgado mau, o mal no bem

E na antítese, o Sagrado se faz profano

A convergência me aponta

E me apronta para um só caminho, uma via crucis

Na dor que arde as máscaras caem, são furados os bloqueios

E ainda que o medo não acabe, desperta-se a águia renovada

No Filho herdeiro, nos tornando co-herdeiros em família

Nessa jornada todos se encontram, convergindo, convertidos

Em direção ao alvo, a salvos, pro alto, pra vida, pra alegria de estar vivo.

Convergência, a paz

Convergência, o amor

Convergência, o Reino

Convergência, a Cruz



Até breve!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Um texto sobre um contexto

Certas coisas na caminhada que empreendemos nos fazem parar e respirar fundo, para tomarmos um pouco de alento e depois de medidas feitas, continuarmos dando passo sobre passo.
Uma dessas coisas que me fizeram parar nestes dias foi um artigo que li, não pelo interesse no autor e sim, pelo interesse
despertado pelo título. Este artigo está publicado na revista Veja edição nº 2163 de 05 de maio. Portanto, ainda dentro de uma data mui próxima.
O articulista Sr. Roberto Pompeu de Toledo de forma brilhante desenvolve o tema nos chamando a atenção sobre o grande e novo jogador da atualidade Neymar.
Desenvolve o tema trabalhando a pessoa do Pai que amargurou uma mesma profissão, porém sem o mesmo brilho e talento do filho.
Mas, o que me chamou a atenção foram as seguintes comparações que o autor faz, exemplo: “E os estudos? Neymar parou cedo, e nesse ponto não há notícia de empenho do pai em sentido contrário. O jogador Henry, da seleção francesa, disse uma vez que a grande vantagem dos jogadores brasileiros é que desde meninos eles não têm outra coisa a fazer senão jogar bola na rua, nas praias ou nos campos, enquanto os europeus passam o dia na escola”.
O autor prossegue: “O argumento leva à conclusão de que o sucesso do futebol brasileiro se deve ao fracasso do sistema escolar do país”. Assim, termina o articulista seu texto.
Bom, vamos tecer algumas considerações:
Primeira: O argumento do jogador Henry não é de fato estarrecedor, contudo o sucesso de nosso futebol está nas habilidades de nossas crianças e de que este esporte é de fato praticado por todas as classes sociais, mas de certa forma mais incentivado nas classes menos favorecidas de nosso povo. Ora, o nosso sistema educacional promulga justamente o inverso, ou seja, temos escola em todos os rincões deste país, porém as melhores estão dentro das possibilidades financeiras de alguns poucos privilegiados.
As escolas que fazem sucesso, não são as públicas e sim as escolas particulares e principalmente as de mensalidades altíssimas.
Assim, a prática do futebol é para todos... A escola embora midiaticamente seja para todos na verdade... É para poucos. O que precisamos talvez não seja mais dinheiro. O que precisamos é de uma política educacional que seja absorvente e não excludente. Enquanto teimarmos em achar que três horas por dia de escola levarão alguém a algum lugar.
Perceberemos sempre que este lugar nunca chegará. Se tivéssemos uma escola de tempo integral, com um novo currículo, certamente não teríamos que com tristeza verificar que talentos podem muito bem coexistir com uma escolaridade alicerçada nos conhecimentos fundamentais e necessários para um homem tornar-se apreciado não num curto espaço de tempo e sim numa vida toda.
Segunda: Quantas escolas você sabe que foram construídas neste país nos últimos anos? Agora com certeza todos sabemos que muitos estádios de futebol foram construídos e outros tantos serão nos próximos anos, afinal sediaremos a copa de 2014. Parabéns a todos... Somos o país do futebol... E quanto a educação... Deixa isso prá lá!

Prof. Marcos Tarcisio Pinto Lopes

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Entrevista com William Bratton

Diagnóstico da CRIMINALIDADE

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"Gosto de me ver como um médico”, disse William Bratton, ex-chefe de Polícia de Nova York e de Los Angeles, em visita ao Rio de Janeiro. A gestão de Bratton à frente dessas duas instituições foi reconhecido graças a uma queda significativa da criminalidade em ambas as cidades, resultado de uma modernização da força policial.

“Nas décadas de 60, 70 e 80, a polícia norte-americana era reativa e orgulhava-se do número de prisões efetuadas, crimes resolvidos e da rapidez de suas respostas”, conta. “Mas o fato é que esse tipo de ação não reduz as taxas de crimes, para isso precisamos de uma polícia preventiva – foi isso que revolucionou o policiamento”, declara.

Bratton foi o responsável por implantar o sistema Computer Statistics (CompStat) na polícia nova-iorquina nos anos 90. “Após três décadas nas quais pouco foi feito, nós abraçamos uma nova filosofia de polícia comunitária, estabelecendo parcerias com agências de justiça criminal e comunidades”.

Em primeiro lugar, de acordo com Bratton, uma polícia eficiente tem que entrar em contato com as comunidades afetadas para saber o que elas consideram como prioridades. Assim, segundo Bratton, a polícia pode fazer um diagnóstico da situação, desenhar mapas de crime e listar estratégias para resolução de problemas que levem à redução da criminalidade. “Definitivamente não há só uma solução. Cada comunidade é diferente, têm seus próprios medos, crimes, desordens, enfim, sua própria identidade, com a qual a polícia tem que lidar”, explica Bratton.

Levando sua experiência para além das fronteiras dos Estados Unidos e da corporação, Bratton preside a Altegrity Risk International, uma empresa que presta consultoria sobre segurança. Em seu “Oito passos para reduzir o crime” na publicação Americas Quarterly, ele explica sua filosofia de trabalho.

Bratton ficou bastante entusiasmado com o progresso feito pelos planos de segurança pública implantados em Bogotá e Medelin, na Colômbia, e no programa de Unidades de Polícia Pacificadora, no Rio (UPP) do Rio de Janeiro.

Para ele, um Estado democrático tem que ter a capacidade de garantir a segurança dos cidadãos. Em relação à América Latina, segundo Bratton, isso significa que a polícia tem que ser firme e atuante em todos os lugares, garantindo a segurança de todos, não importa aonde vivam. Ele acha que a América Latina tem um longo caminho pela frente no combate à corrupção, mas tudo é uma questão de dar os primeiros passos. “Em Los Angeles, por exemplo, cerca de 500 oficiais, de um total de nove mil, se dedicam exclusivamente a investigar a má conduta de policiais”, pondera.

O senhor se compara a um médico. Por quê?

Eu trabalho fazendo diagnósticos e tendo que achar a dose certa do remédio para combater o crime. Minha atuação tanto em Nova York quanto em Los Angeles, era, em muitos aspectos, estabelecer prioridades e ver como poderíamos alcançar uma boa sinergia para obter os melhores resultados com recursos quase sempre limitados.

Em Nova York reduzi tudo isso a três elementos sobre os quais precisávamos trabalhar juntos: armas e violência armada, tráfico de drogas; e violência na juventude. Em Los Angeles tive menos recursos à disposição e fui forçado a procurar modos de obter mais impacto, o que resultou na criação de parcerias com várias agências do governo. Atuei como um médico que precisa estabilizar um paciente em situação crítica e deve tomar uma decisão: qual problema combater primeiro? Numa favela, por exemplo, isso pode significar aumentar a confiança da comunidade na polícia.

O que o senhor pensa sobre o conceito de “tolerância zero”?

A tolerância zero foi associada à minha gestão em Nova York mas foi um mal-entendido. A única coisa para qual deve se aplicar a tolerância zero é a corrupção policial. Vai sempre haver certos tipos de crime, tipos de desordem, a polícia nunca vai ter os recursos necessários para uma política de tolerância zero. Usar o termo quando nos referimos ao grafite, por exemplo, estamos passando a mensagem errada.

O termo foi usado com mais frequência nos anos 90, depois que um oficial do governo britânico, em visita a Nova York, ouviu a expressão e confundiu a maneira como ela estava sendo aplicada – ele achou que estávamos usando a tolerância zero em todas as questões nas quais trabalhávamos no momento (grafite, prostituição, qualidade de vida) e levou essa idéia para a Inglaterra. Nunca usei essa expressão fora do contexto da corrupção policial.

Qual é o problema de se medir a eficiência policial por índices como o número de prisões, por exemplo?

Isso é o que chamo de policiamento reativo e é um modelo fracassado porque não vai reduzir o medo nem o crime. Posso falar da minha experiência em Nova York e em Los Angeles. Desenvolvemos um sistema de accountability policial (de responsabilização) chamado CompStat (Computer Statistics) baseado em mapas de crime, de forma que você pode descobrir onde pode ocorrer um pico de crimes e agir rapidamente enquanto ainda são dois ou três crimes, ao invés de agir depois que se tornaram 20 ou 30.

Estes sistemas são usados para medir a eficiência do trabalho policial baseados na qualidade da resposta da polícia ao crime. Para o nosso sistema funcionar, fomos obrigados a descentralizar a polícia e agir junto a cada comunidade segundo as suas próprias prioridades e seus temores.

É possível acabar com a corrupção policial?

É possível sim. Nós a temos bastante sob controle nos Estados Unidos. Hoje, pode haver casos isolados de indivíduos ou pequenos grupos que adotam práticas corruptas, mas nada que se assemelhe à corrupção sistêmica dos anos 50 e 60. O problema na América Latina é que ainda se imagina que a corrupção é sistêmica, os cidadãos acreditam que a corrupção é geral, o que interfere na sua capacidade de confiar na polícia. Quando a corrupção de menor amplitude é disseminada, isso afeta não apenas a credibilidade da polícia, mas do próprio governo.

Como combater a corrupção policial?

Policiais nos Estados Unidos recebem bons salários e são respeitados. Em Los Angeles destacamos quase 500 policiais (de um total de nove mil) para se dedicar exclusivamente à investigação da corrupção policial e uso indevido da força. Não se pode infringir a lei. Dizemos aos policias: ‘você está aqui para defender o cumprimento da lei, se você for contra a lei, vamos te encontrar, te prender, você vai pra prisão. Se você for corrupto, se cometer abusos, for racista, o mínimo que vai te acontecer é ser demitido’.

Temos também um processo seletivo bastante exigente. Para se tornar um policial, o candidato tem o seu passado investigado, passa por exames psicológicos, detectores de mentira e testes com polígrafos. Não é fácil se tornar policial nos Estados Unidos. Nós os treinamos bem e pagamos bons salários. Também conduzimos nossas investigações sempre de forma transparente, maus policiais são presos publicamente e demitidos publicamente. Eu acredito naquela máxima Americana, “you get what you pay for” (você recebe o serviço pelo qual você pagou).

Qual é a importância da carreira policial nesse contexto?

Muito importante. A Colômbia, por exemplo, vem desenvolvendo sistemas que valorizam o trabalho policial. Eles são bem pagos e bem treinados, recebem boas aposentadorias, assistência médica de qualidade, moradia e escolas para os seus filhos. Quando o governo investe na polícia, pode exigir tolerância zero para a corrupção. Quando os policiais recebem salários baixíssimos, como me lembro que era o caso dos policiais brasileiros na década de 90, é praticamente o mesmo que esperar que um policial procure atividades paralelas para se financiar. A polícia nos Estados Unidos está firmemente localizada na classe média, isso nos permite ter tolerância zero para corrupção.

Isso se aplica também a excessos cometidos por policiais?

Ao melhorar as condições de trabalho e de moradia dos policiais, isso também permite um foco maior no respeito aos direitos humanos. Pode-se recrutar, treinar e monitorar policiais de forma que não cometam violações aos direitos humanos. Tem um ditado chinês que diz que uma viagem de mil milhas começa com os primeiros passos.

A existência de várias forças policiais dificulta esse controle?

Aqui no Brasil vocês têm um desafio a mais que é o fato de terem duas forças policiais que atuam de modo completamente independente, no caso, a Polícia Militar e a Polícia Civil. Pelo que me dizem, nem sempre trabalham bem em conjunto, os policiais militares têm pouco treinamento e os policiais civis são advogados, o que gera praticamente um conflito de classe.

Nos Estados Unidos, todos os detetives e chefes de polícia começam como praças. No sistema brasileiro seria impossível um praça chegar a coronel. À medida que eu fui subindo de patente, aprendi a valorizar e entender todas as funções no departamento de polícia, o que facilitou interações muito mais harmônicas nas nossas operações.

Mudar um sistema como o do Brasil implica em grandes obstáculos. No Rio, vejo há um grande esforço para que as duas forças trabalhem juntas eficientemente. Coordenar as forças é de grande importância para um policiamento eficiente.

O senhor vai prestar consultoria para o plano de segurança das Olimpíadas?

Nós estamos disponíveis para isso, se houver interesse. Estamos preparando várias propostas que acreditamos podem ser úteis. A boa notícia para o Rio de Janeiro é que há várias boas ideias já em curso, e estou muito bem impressionado sobre quanto progresso foi feito em tão pouco tempo. Ao melhorar a eficiência da polícia, o esforço de policiamento comunitário nas favelas, tudo isto mostra que a polícia deve trabalhar para a polícia e não contra ela.

Foto: Márcia Farias/Viva Favela

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Palestra: A Segurança de Grandes Eventos

Prezados Águias,

No dia 26 de maio às 12:15 o nosso Águia 01 (Roberto Marconi) ministrará uma palestra sobre o tema: A Segurança de Grandes Eventos - Copa 2014 e Olímpiadas 2016 para o COBRASE, no auditório 1 da EXPOSEC.

Quem quiser tomem mais conhecimento pelo site: http://www.pacin.com.br/_scripts/congresso44.asp


Compareçam!!!!!!!

Prova de Redação


Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: Você tem experiência?
A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.


REDAÇÃO VENCEDORA:

Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora... Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um 'para sempre' pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
'Qual sua experiência?' .
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência. Será que ser 'plantador de sorrisos' é uma boa experiência? Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!
Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta:

'Experiência? Quem a tem, se a todo momento tudo se renova?'

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Sustentabilidade? O que é Sustentabilidade?

Nunca antes se ouviu falar tanto nessa palavra quanto nos dias atuais: Sustentabilidade. Mas, afinal de contas, o que é sustentabilidade?

“sustentabilidade é um conceito sistêmico; relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana”.

Mas você ainda pode pensar: “E que isso tudo pode significar na prática?”

Podemos dizer “na prática”, que esse conceito de sustentabilidade representa promover a exploração de áreas ou o uso de recursos planetários (naturais ou não) de forma a prejudicar o menos possível o equilíbrio entre o meio ambiente e as comunidades humanas e toda a biosfera que dele dependem para existir. Pode parecer um conceito difícil de ser implementado e, em muitos casos, economicamente inviável. No entanto, não é bem assim. Mesmo nas atividades humanas altamente impactantes no meio ambiente como a mineração; a extração vegetal, a agricultura em larga escala; a fabricação de papel e celulose e todas as outras; a aplicação de práticas sustentáveis nesses empreendimentos; revelou-se economicamente viável e em muitos deles trouxe um fôlego financeiro extra.

Assim, as idéias de projetos empresariais que atendam aos parâmetros de sustentabilidade, começaram a multiplicar-se e a espalhar-se por vários lugares antes degradados do planeta. Muitas comunidades que antes viviam sofrendo com doenças de todo tipo; provocadas por indústrias poluidoras instaladas em suas vizinhanças viram sua qualidade de vida ser gradativamente recuperada e melhorada ao longo do desenvolvimento desses projetos sustentáveis. Da mesma forma, áreas que antes eram consideradas meramente extrativistas e que estavam condenadas ao extermínio por práticas predatórias, hoje tem uma grande chance de se recuperarem após a adoção de projetos de exploração com fundamentos sólidos na sustentabilidade e na viabilidade de uma exploração não predatória dos recursos disponíveis. Da mesma forma, cuidando para que o envolvimento das comunidades viventes nessas regiões seja total e que elas ganhem algo com isso; todos ganham e cuidam para que os projetos atinjam o sucesso esperado.

A exploração e a extração de recursos com mais eficiência e com a garantia da possibilidade de recuperação das áreas degradadas é a chave para que a sustentabilidade seja uma prática exitosa e aplicada com muito mais freqüência aos grandes empreendimentos. Preencher as necessidades humanas de recursos naturais e garantir a continuidade da biodiversidade local; além de manter, ou melhorar, a qualidade de vida das comunidades inclusas na área de extração desses recursos é um desafio permanente que deve ser vencido dia a dia. A seriedade e o acompanhamento das autoridades e entidades ambientais, bem como assegurar instrumentos fiscalizatórios e punitivos eficientes, darão ao conceito de sustentabilidade uma forma e um poder agregador de idéias e formador de opiniões ainda muito maior do que já existe nos dias atuais.

De uma forma simples, podemos afirmar que garantir a sustentabilidade de um projeto ou de uma região determinada; é dar garantias de que mesmo explorada essa área continuará a prover recursos e bem estar econômico e social para as comunidades que nela vivem por muitas e muitas gerações. Mantendo a força vital e a capacidade de regenerar-se mesmo diante da ação contínua e da presença atuante da mão humana.
Abraços a todos!!
Priscilla

terça-feira, 20 de abril de 2010

Ou a zona do euro se despedaça ou a crise da dívida pública vai piorar muito. Provavelmente os dois ocorrerão!



Segundo Niels Bohr, Prêmio Nobel de Física de 1922, “predição é muito difícil, especialmente se for sobre o futuro”. Ele não ganhou o Prêmio Nobel à toa. Ainda assim, vou me arriscar a fazer uma previsão. Pior, sobre o futuro.

A zona do euro ruirá em breve, talvez este ano. Na primeira vez em que comentei a heresia de dizer isto, no ano passado, quase me internaram. Deveriam ter internado. De lá pra cá, minha convicção aumentou.
A tragédia grega é só o início do acirramento das tensões no velho continente. A fim de expandir mercados para exportações e reduzir seu custo de financiamento, os países da zona do euro abriram mão de controle sobre política cambial e monetária. Só que cada um manteve sua soberania política e fiscal. Seus governos taxam cidadãos e gastam dinheiro público como bem entendem e, quando gastos ultrapassam receitas, emitem dívidas livremente, como qualquer outro país.

Esta dicotomia entre monetária e cambial idêntica e políticas fiscais dependentes se sustentou até aqui por duas razões. Nos anos que antecederam o colapso do mercado imobiliário americano, época de dinheiro abundante, investidores faziam vistas grossas a desequilíbrios fiscais. Alem disso, até 2007, estes desequilíbrios eram bem menores. Ao eliminar trilhões de dólares da riqueza mundial, a crise levou investidores a se preocuparem com a quem emprestam.
Para piorar, a situação fiscal dos países europeus se deteriorou, em alguns casos, muitos Governos viram-se forçados a socorrer instituições à beira da falência e consumidores endividados até o pescoço, muitos deles sem emprego. Para uma recessão ainda mais profunda, aumentaram muito gastos e déficits, que diversos casos já não eram pequenos.

Para financiar a gastança, emitiram-se quantidades enormes de divida pública. Os investidores começaram a desconfiar que dívidas e déficits tão grandes dificilmente serão pagos e cortaram o financiamento, bem na hora que os europeus mais precisavam.
Surge a insustentabilidade da zona do euro. Países que, no passado, conseguiram sair de uma situação parecida com a dos chamados “porcos” europeus – da sigla PIGS, iniciais de Portugal, Irlanda/Itália, Grécia e Espanha em inglês, sem ter de passar por um calote, adotaram um mix de estímulo monetário, desvalorização cambial, ajuste fiscal e ajuda externa.
Aí que a porca européia torce o rabo. Na união monetária, cada país não tem controle sobre estímulo monetário ou desvalorização cambial. Além disso, cortes e gastos públicos-leiam-se salário de funcionalismo público, aposentadorias, programas de governo, etc. provavelmente não serão politicamente viáveis.

No campo da ajuda externa, entraves políticos também emperram. Em nome da soberania européia, o apoio financeiro do FMI foi dispensado. As dividas dos PIGS são tão grandes que um pacote resgate vindo da única economia grande e sólida da Europa, a Alemanha, talvez deixe a própria em situação crítica, além disso, convencer um trabalhador alemão de 67 aos a sustentar o sistema de previdência da Grécia onde alguns se aposentam aos 54 anos, não parece tarefa fácil.
Ou zona de euro se despedaça ou crise da dívida pública européia vai piorar muito. Provavelmente os dois. Não digam que não avisei.

Ricardo Amorim é economista do “Manhattan Connection” (GNT e da “Economia e Negócios” (Rede Eldorado) e presidente da Ricam Consultoria).

quinta-feira, 15 de abril de 2010

O Dono da Vida.



Na semana que passou fui a um enterro, levando minha mãe para acompanhar o sepultamento de um amigo de infância dela e quando nos deparamos com esses fatos, eles nos conduzem à reflexão da vida e seu tempo.

Lembramos das historias, das memórias das pessoas que passam na nossa vida e claro nosso tempo aqui, qual o tempo das coisas... ? Qual o tempo das pessoas...?

Sempre que procuramos entender a vida, nossos sonhos, objetivos, circunstâncias, a racionalidade nos conduz há aliar o tempo. Por vezes esse tempo não é somente perante a nossa existência na vida, mais coisa simples, como o tempo das coisas comuns.

Quanto tempo devo ficar nesse emprego? Será que já chegou meu tempo ou quanto tempo devo esperar tal situação para que seja coerente minha atitude de mudança?

Recordo-me da ressurreição de Lázaro amigo bem próximo de Jesus, quando ele chega à casa da família as irmãs de Lázaro falaram assim: Jesus se Senhor tivesse chegado mais cedo, isso não teria acontecido (a morte de Lázaro). Na racionalidade delas bem coerente há vida, o tempo tinha ultrapassado o poder de Deus em intervir nos acontecimentos... Jesus muda a historia da vida daquela família, dando vida e mudando o tempo das coisas, ressuscitou Lázaro.

Mais entendendo os acontecimentos, Jesus chora (sentindo o momento, demonstrando sua inclusive proximidade a família) e em seguida ordena:

1 – Tirem a pedra!
Existem coisas na vida que por mais que exijam uma ação sobrenatural de Deus, elas começam com nossas ações.

2 – Sai Lázaro!
Existem coisas que é parte sobrenatural de Deus mesmo, dependem Dele e não de nós.

3 – Tirem as faixas!
Na mudança, na compreensão de tempo das coisas no ressurgir de um novo tempo devemos tirar as “amarras” do passado, os aprisionamentos do passado, agora renovados em Deus.

Deus abençoe muito!!

Abraços.

Pr. Lincoln Lyra

terça-feira, 6 de abril de 2010

Caos no Rio


Hoje todos os cariocas acordaram com um sinal de alerta. Choveu muito por toda a noite e a cidade amanheceu completamente alagada. A maioria das vias expressas da cidade fechadas. Os tele-jornais avisaram sobre o estado de calamidade. E os governantes alertaram para que todos ficassem em suas casas. Que jeito!? Não tem mesmo como ir trabalhar! Nos resta termos Gratidão por estarmos em casa e seguros. E que possamos aproveitar esse dia com os familiares. Se puderem desliguem a TV de vez em quando e dêem atenção a filhos e familiares. Paz a todos!

terça-feira, 30 de março de 2010

Rumo ao Haiti

De imediato, um forte abraço aos águias compartilhadores deste espaço. Fico feliz em saber que estamos voando juntos, ano de 2010, planejamentos e objetivos passados, sendo posto em prática.
Estou lhes escrevendo com o objetivo de compartilhar sobre um projeto, uma missão na qual fui convocado, mais um vôo, uma experiência de vida, O Haiti. País que sofre hoje pior momento de sua história, esta história formada em meio de conflitos, massacres, fome, sede, e outras desgraças que não contribuem nada para um vida saudável e comum, dentro dos parâmetros universais.
Um projeto jornalístico e documental, que será liderado pelo nosso grande amigo e águia também, Regis Rosing, repórter de grande prestígio, hoje atuante pela TV Globo. Projeto este que com visão inicial tem de documentar a importância do esporte e de outras atividades de mesmo caráter, nesse momento crítico pós-tragédia. Influências para estas pessoas, que neste momento estão precisando de algum escape, refúgio para esquecerem pelo menos um pouco de tanto sofrimento, que precisam de alegria, paz e estão necessitadas de amor.
Compartilho com vocês, águias como eu, essa missão da qual fui convidado e espero responder a altura do esperado. E que todos vocês estejam torcendo por nós, seja com uma oração, com energias positivas ou palavras de apoio. Agradecendo sempre a Deus por mais uma oportunidade de compartilhar dos nossos ensinamentos e de forma positiva levar para essas pessoas paz, o amor, ou só mesmo se quer um sorriso.
A todos os amigos águias, um grande abraço e que voemos juntos.

‘’Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível e, de repente, você estará fazendo o impossível. ’’ Francisco de Assis.

Abraços.
Raimundo Neto

sexta-feira, 19 de março de 2010

MOTIVAÇÃO & SUCESSO Palavras nos reforçam...


Sempre num lugar por onde passavam muitas pessoas, um mendigo sentava-se na calçada e ao lado colocava uma placa com os dizeres:

Vejam como sou feliz!: Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado.

Alguns passantes o olhavam intrigados, outros o achavam doido e outros até davam-lhe dinheiro.
Todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro e notava que a cada dia a quantia era maior.

Numa bela manhã, um importante e arrojado executivo, que já o observava há algum tempo, aproximou-se e lhe disse: - Você é muito criativo!...
Não gostaria de colaborar numa campanha da empresa?
- Vamos lá...
Só tenho a ganhar! , respondeu o mendigo.

Após um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa...
Daí para frente sua vida foi uma seqüência de sucessos e a certo tempo ele tornou-se um dos sócios majoritários.
Numa entrevista coletiva à imprensa, ele esclareceu de como conseguira sair da mendicância para tão alta posição...

Contou ele : - Bem, houve época em que eu costumava me sentar nas calçadas com uma placa ao lado, que dizia: Sou um nada neste mundo!
Ninguém me ajuda!
Não tenho onde morar!
Sou um homem fracassado e maltratado pela vida!
Não consigo um mísero emprego que me renda alguns trocados !
Mal consigo sobreviver!

As coisas iam de mal a pior quando, certa noite, achei um livro e nele atentei para um trecho que dizia: Tudo que você fala a seu respeito vai se reforçando.
Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem.
Por mais que você não goste de sua aparência, afirme-se bonito.
Por mais pobre que seja você , diga a si mesmo e aos outros que você é próspero.
Aquilo me tocou profundamente e, como nada tinha a perder, decidi trocar os dizeres da placa...
E a partir desse dia tudo começou a mudar, a vida me trouxe a pessoa certa para tudo que eu precisava, até que cheguei onde estou hoje...
Tive apenas que entender o Poder das Palavras...

O Universo sempre apoiará tudo o que dissermos, escrevermos ou pensarmos a nosso respeito e isso acabará se manifestando em nossa vida como realidade...
Enquanto afirmarmos que tudo vai mal, que nossa aparência é horrível, que nossos bens materiais são ínfimos, a tendência é que as coisas fiquem piores ainda, pois o Universo as reforçará...

Ele materializa em nossa vida todas as nossas crenças.
Uma repórter, ironicamente, questionou: - O senhor está querendo dizer que algumas palavras escritas numa simples placa modificaram a sua vida?
Respondeu o homem, cheio de bom humor: - Claro que não, minha ingênua amiga!...
Primeiro eu tive que acreditar nelas!...
Tudo que você diz, escreve ou pensa a seu respeito, é recebido pelo Universo como uma oração.

Att: Priscilla

terça-feira, 16 de março de 2010

Criatividade para mudar



Porque mudar é tão difícil? Será que estamos presos em nossos próprios sentimentos e comportamentos? Sabemos que, para uma mudança exterior primeiro deve-se ter início internamente. Esse é o foco do problema; a atenção que creditamos ao exterior, ao aparente, aquilo que o olho vê.

Para vencer um processo de mudança, a criatividade pode tornar-se um bom aliado. Com ela os pequenos entraves do dia-dia são resolvidos, e caminhos e estratégias são adotados rumo ao cumprimento de nossos objetivos.

Sermos pessoas criativas é uma exigência não só para nossas mudanças, mas também se tornou imprescindível para o mercado de trabalho. Você já deve ter escutado muitas vezes: “Se vira”, “dá o seu jeito”, “procure o melhor caminho”. Esses apelos querem dizer apenas uma coisa, seja criativo!

Como ser criativo? Todo ser humano é dotado de criatividade, uns com mais intensidade outros menos. A maneira com que recebemos o conhecimento em nossa base educacional, sendo sempre estimulada a resposta certa e padronizada, desestimula o nosso ser criativo. Mas, não é impossível reverter esse quadro. Listei algumas ações que nos ajudariam com esse aprendizado:


• A primeira delas é sair da teoria e agir, a ação prática sempre nos faz aprender muito mais.
• Absorver a informação – certifique-se que entendeu o objetivo a ser atingido;
• Criar – Com a união de sua ação e o entendimento do objetivo você conseguirá traçar caminhos e idealizar idéias criativas;
• Julgar – Julgue sua idéia, mas não permita que sua autocrítica o desestimule.

Portanto, abra-se para a alegria de ser criativo!


“Defino a Criatividade atual como sendo o processo de fazer nascer alguma coisa nova. Os poetas e outras pessoas criativas são os que aumentam a consciência humana. A sua criatividade é a manifestação mais básica da realização humana”. (Rollo May)

segunda-feira, 15 de março de 2010

LIXO E DENGUE DE MÃOS DADAS



Na atual sociedade do desperdício, parte considerável da extração de matérias primas retorna à natureza, acumulando-se em lixões, aterros ou amontoados próximos a córregos e estradas. Isso contamina os solos, atinge rios e praias, além de entupir os bueiros urbanos. Mas o problema mais grave é que é esse mesmo montante de lixo que retorna a você e a sua família, sob a forma de doenças como a dengue, um dos maiores problemas de saúde pública mundial. O fato é que não dá mais para fechar os olhos para essa situação.

O superintendente de Vigilância em Saúde da secretaria estadual do Rio de Janeiro, Victor Berbara, explica que um dos focos mais freqüentes de reprodução do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, é aquele provocado pelo acúmulo de lixo, o que se aplica tanto para resíduos mal acondicionados, jogados em terrenos baldios ou para os não recolhidos. “Esse lixo tem a possibilidade de acumular água e, se não for tratado convenientemente ou recolhido, permanecerá no meio ambiente por bastante tempo, tempo suficiente, inclusive, para funcionar como criadouro para todo o ciclo de reprodução do mosquito” – reforça Berbara.

Para além da questão do lixo de uso doméstico, resíduos industriais, hospitalares, entre outros, as fontes mais críticas de proliferação da doença são o lixo composto por carcaças de automóveis e o despejado em terrenos baldios. A própria garrafa pet, resíduo comumente descartado de forma inadequada, acumula água e contribui para perpetuar o vetor. Outras doenças como a leptospirose, produzida pela urina do rato, e acidentes com animais peçonhentos, como o escorpião, são mais propícios em locais onde impera o lixo orgânico.

Já os rejeitos jogados em encostas são, para o superintendente, “os de mais difícil coleta posterior e devem ser emergencialmente evitados, uma vez que, além do risco de transmissão de doenças, esse tipo de lixo provoca acidentes ou deslizamentos, sobretudo no período chuvoso, gerando, inclusive, casos de morte”. Segundo Berbara, vale ressaltar também que o despejo não apropriado de lixo, bem como seu inadequado manejo, provocam o acúmulo de rejeitos na rede pluvial, causando entupimentos e enchentes.

Reciclagem: a fórmula da sustentabilidade

“Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, já dizia a Lei da Conservação das Massas, do químico Antoine Lavoisier (1743-1794), que aplicada aos novos tempos, estrutura a base da teoria da reciclagem, via segura para o desenvolvimento sustentável.


Para combater o acúmulo de montantes de lixo no planeta, a dica é simples: contenha o consumo desenfreado, evite o descarte inconsciente e reintegre ao ciclo natural os materiais em desuso. Com o princípio dos 3R’s fica, aqui, a fórmula da sustentabilidade: REDUZA, REUTILIZE E RECICLE. Separe as sobras de seu dia-a-dia em lixo comuns e recicláveis e os encaminhe para os seus devidos destinos. Só assim, você garante à sociedade um de seus princípios básicos: sua saúde.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Lidero, logo comunico.

Um estudo realizado pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostra que entre 70% e 90% do tempo de trabalho de um líder é dedicado a alguma forma de comunicação. Pensando bem, nem seria preciso citar estatísticas para admitirmos que o líder passa a maior parte de seu tempo comunicando-se com alguém, seja na conversa presencial, no telefonema, na reunião, no e-mail, na apresentação corporativa... A comunicação é tão importante para o exercício da liderança que poderíamos até pensar em uma nova versão da célebre frase do filósofo francês Reneé Descartes, que disse “penso, logo existo”. A nova versão diria “lidero, logo comunico”.
Paradoxalmente, os problemas de comunicação estão entre as principais causas dos conflitos entre líder e colaborador, comprometendo o desempenho das equipes. Quantas vezes ouvimos um líder se queixar que seu colaborador não compreendeu o que tinha de fazer – e o colaborador reclamar que não é compreendido por seu líder? Se formos averiguar, o estopim dos desentendimentos está em briefings confusos, e-mails pouco objetivos, feedbacks desastrados e uma recorrente dificuldade do líder em ouvir atentamente o que o colaborador tem a lhe dizer.
Mais do que nunca, é preciso desenvolver as habilidades de comunicação dos líderes, já que seu papel, atualmente, é exercer influência sobre as pessoas, para que juntas trabalhem pela realização de objetivos comuns. O desenvolvimento dessas habilidades dotará os líderes das atitudes, posturas e técnicas necessárias para compreender, orientar, inspirar e motivar os colaboradores, conduzindo-os ao nível de desempenho desejado pela organização.
Uma vez possuidores desses recursos, os líderes poderão proclamar, com toda propriedade: “lidero, logo comunico”.

Regina Giannetti Dias Pereira
Jornalista, instrutora de cursos de comunicação escrita e verbal e facilitadora da Academia do Palestrante.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O AMOR AO PRÓXIMO - Poema de Karl Barth

O amor não é Eros, que sempre cobiça, mas Ágape, que jamais acabará.
A novidade, a originalidade do amor é ele não participar do círculo vicioso
que vai do mal ao mal e da reação à revolução.

O amor é “justiça equalizadora eterna” (Kierkegaard),
porque a ninguém justifica segundo o próprio desejo;
O amor edifica a comunidade porque unicamente procura comunhão;
O amor nada espera porque já atingiu o alvo;
nada procura, porque já encontrou;nada quer porquanto já realizou;
nada pergunta, pois já sabe;
não luta porque já venceu.
O amor não contradiz e, por isso, não pode ser refutado;
não concorre e, portanto, não é vencido;
não busca decisão e, conseqüentemente, ele próprio é a decisão.

O amor destrói os ídolos
porque não cria outros.

Karl Barth

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O ESPETÁCULO DA VIDA (Augusto Cury)

O ESPETÁCULO DA VIDA

Que você seja um grande empreendedor. Quando empreender, não tenha medo de falhar. Quando falhar, não tenha receio de chorar. Quando chorar, repense a sua vida, mas não recue. Dê sempre uma nova chance para si mesmo.


Encontre um oásis em seu deserto. Os perdedores vêem os raios. Os vencedores vêem a chuva e a oportunidade de cultivar. Os perdedores paralisam-se diante das perdas e dos fracassos. Os vencedores começam tudo de novo.


Saiba que o maior carrasco do ser humano é ele mesmo. Não seja escravo dos seus pensamentos negativos. Liberte-se da pior prisão do mundo: o cárcere da emoção. O destino raramente é inevitável, mas sim uma escolha. Escolha ser um ser humano consciente, livre e inteligente


Sua vida é mais importante do que todo o ouro do mundo. Mais bela que as estrelas: obra-prima do Autor da vida. Apesar dos seus defeitos, você não é um número na multidão. Ninguém é igual a você no palco da vida. Você é um ser humano insubstituível.

Jamais desista das pessoas que ama. Jamais desista de ser feliz. Lute sempre pelos seus sonhos. Seja profundamente apaixonado pela vida. Pois a vida é um espetáculo imperdível.

Abraços Liliane Santos

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Equilibrio Pessoal e Profissional


Muitas pessoas descrevem o tornar-se pai ou mãe como uma 'experiência que muda a vida'. Para Cathy Leibow, entretanto, a maternidade é algo que a inspirou a mudar a vida dos outros. Quando seu filho Jason nasceu mais de vinte anos atrás com um defeito no coração e síndrome de Down, Leibow imediatamente reavaliou suas prioridades. Ela passou a trabalhar em meio período e batalhou para encontrar uma assistência adequada à criança.

Hoje Leibow é vice-presidente da O/E FamilyCare LLC em Troy, Michigan, que fornece serviços de concierge para indivíduos ocupados e empresas. Ela fundou a FamilyCare -que foi recentemente comprada- em resposta a suas próprias experiências ao tentar balancear as necessidades do trabalho e de casa. Desde que fundou a empresa mais de 20 anos atrás, ela vê um aumento no número de pessoas que dizem que ficam assoberbadas com o que é exigido delas em termos de tempo. E à medida que a geração dos baby boomers começa a se aposentar, diz Leibow, mais famílias vão acrescentar a assistência aos idosos à sua lista de responsabilidades.

Principalmente para os empresários, parece haver uma quantidade incomensurável de responsabilidade. Felizmente, há muitas maneiras práticas para os indivíduos criarem um equilíbrio entre o trabalho e a vida familiar.

Saiba o que você quer
"Acho que somos uma sociedade que idolatra os workaholics", diz Bonnie Michaels, presidente da Managing Work & Family Inc., empresa de treinamento e consultoria de trabalho/vida familiar sediada em Naples, Flórida. Para muitas pessoas, é um distintivo de honra dizer que 'trabalho 14 horas por dia'. Contudo, diz Michaels, trabalhar mais não significa que você é mais produtivo. "Há estudos que mostram que você realmente não trabalha com eficácia depois de sete horas", diz ela.

Criar um equilíbrio entre trabalho/vida familiar não significa dizer não a tudo; significa estabelecer quais são suas prioridades e segui-las. "Você tem de estabelecer algumas intenções bem claras para cada dia e cada semana", diz ela. O que parece ser equilíbrio para uma pessoa obviamente seria diferente para outra pessoa. O segredo é decidir o que é que você achar ser um equilíbrio ideal. Para alguns, equilíbrio significa poder sair do serviço até uma certa hora; para outros, é uma questão de ter os fins-de-semana para si próprio; e alguns empresários podem simplesmente querer tirar as habituais férias.

Priorize
Uma vez estabelecida sua idéia de equilíbrio entre trabalho e vida familiar, é hora de botar a mão na massa e começar a fazer as coisas acontecerem. Comece por categorizar o que é urgente e o que pode esperar, diz Elaine Berke, presidente e fundadora da EBI Consulting Inc., de Westport, Massachussets, que fornece soluções organizacionais e de negócio para CEOs de pequenas e médias empresas. "Avalie por que você fica depois das 5 no serviço", diz ela. "Avalie o que aconteceria se você saísse."

Michaels recomenda manter um registro detalhado do tempo, que pode ajudá-lo a analisar aonde vai o seu tempo. Em seguida, considere quais tarefas são menos importantes e que deveriam ocupar menos do seu tempo. "Nem tudo que fazemos merece 100 %", diz Michaels. Para alguns pequenos empresários, isso pode significar contratar uma nova pessoa ou simplesmente soltar as rédeas onde fizer sentido.

Dê a si próprio uma mãozinha
Você pode saber que precisa trabalhar menos horas, ou que precisa tirar férias. Entretanto, como qualquer um que já tenha tentado fazer regime sabe -só a força de vontade não ajudará você a atingir suas metas. Eis aqui algumas medidas pró-ativas que nossos consultores recomendaram:

Limite o quanto você checa o correio de voz e o e-mail durante o dia. Pode-se gastar muito tempo com essas tarefas aparentemente breves.
Se planeja sair a uma certa hora, peça a um amigo para telefonar ou enviar um e-mail, ou acerte um alarme para você mesmo.
Não subestime o poder de levantar de sua mesa e dar uma curta caminhada -isso pode fazê-lo mais produtivo.

Procure ajuda externa
Apesar de todos os seus melhores esforços, talvez seja impossível criar um equilíbrio entre trabalho e vida familiar porque simplesmente há trabalho demais no seu prato. Se esse for o caso, talvez seja hora de você deixar os outros assumirem parte da carga de trabalho. Após monitorar como gasta o seu tempo, considere que aspecto da administração da empresa ocupa a maior parte do seu tempo: É o marketing? Contabilidade? Para muitas pequenas empresas, a resposta é contratar um diretor de vendas ou até um diretor-executivo operacional, diz Berke. Essa opção pode ser cara, mas é provável que você colha os frutos na forma de produtividade, diz ela.

Outra opção é contratar empresas tais como a O/E FamilyCare, que cuidam dos detalhes do dia-a-dia -liberando mais o seu tempo. Desde pegar roupa na lavanderia, tratar do conserto do carro, até encontrar assistência para idosos e crianças, planejar suas férias, os programas de concierge existem para ajudá-lo a administrar o seu tempo. "Contanto que não seja ilegal ou antiético, nós cuidaremos disso", diz Leibow. Os custos desses arranjos para uma empresa, que incluem serviços de concierge de funcionários, variam de US$ 2.000 a US$ 10,000, além de uma taxa de US$ 1 a US$ 3 mensal por funcionário, diz Leibow.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

O valor do conhecimento nas organizações

Vicente Falconi chama a atenção para a importância de padrões bem projetados e da organização no processo de gestão.




Veja a cobertura completa da ExpoManagement 2009.

Qual a distinção entre processo e operação? A pergunta do presidente da Tecnisa, Carlos Alberto Júlio, para Vicente Falconi abriu portas para uma longa explicação do especialista. Falconi disse que processo é uma seqüência de valores agregados e operação é o trabalho conduzido por homens e máquinas para obter esse valor. “No processo não tem homens e nem máquinas, é só a seqüência dos valores agregados. Para agregar esses valores é que se estabelecem os padrões. Por isso, padrões técnicos de processo”, explicou.

Para garantir a execução, Falconi afirmou que é preciso ter padrões bem projetados, pessoas conscientes das metas e controle dos processos e valores agregados para obter na ponta o produto que se deseja. Para ele, as pessoas podem mexer nos padrões das operações, mas não nos processos. “A organização do processo é fundamental para se ter o controle dele”.

Informação em si não vale nada
Imagine que você queira ensinar o seu filho a andar de bicicleta. Você pode fazer um Power Point e dar uma aula técnica para ele. Chamamos isso de conhecimento explícito. Mas o conhecimento tácito, ele só passará a ter quando começar a realmente andar de bicicleta, a cair, levantar, se equilibrar e se exercitar. “Todo o conhecimento técnico vai para os sistemas, mas todo o conhecimento tácito vai para as mãos e cabeça das pessoas”, ressalta.

Falconi explicou que existe certa confusão entre conhecimento técnico e conhecimento de método. Conhecimento técnico relaciona-se com o processo no qual o indivíduo trabalha. Se alguém trabalha em marketing, deve ter conhecimentos profundos que são específicos dessa área. “Toda organização deve zelar para estar sempre atualizada em conhecimento técnico em nível global”. A busca do melhor conhecimento técnico em todo o mundo deve ser uma prática contínua, visando manter a empresa em nível mundial o tempo todo. “É nesse nível que se compete nos dias de hoje”, explica o palestrante.

Vale ressaltar que a absorção do conhecimento técnico é feita de maneira mais eficaz por meio da prática do método gerencial. Um dos pontos centrais da prática do método é a agregação contínua de conhecimento técnico por meio da análise. “Hoje você tem um absurdo de informações que não servem para absolutamente nada, não estamos preparados para fazer análise. Informação em si, não vale nada”, destaca.

Resultados extraordinários
Falconi fez questão de frisar para a platéia uma mensagem que considera bastante relevante: uma empresa é constituída de pessoas, e pessoas demoram para aprender. “Educação é, de longe, um dos maiores negócios do mundo, mas nós temos limitações de aprendizado e a empresa também. Há uma curva de aprendizado”, afirmou.

Quanto mais conhecimento os funcionários conseguem absorver, melhores são seus resultados individuais e melhores se tornam os resultados da empresa. Esse conhecimento só necessita ser gerenciado de alguma forma.

Ele explicou que é mais interessante reter as pessoas na empresa, já que elas carregam conhecimentos muito difíceis de se repor e representam ganhos nos níveis de produtividade. Mas alertou que, nesse ponto, os gestores precisam ter cuidado com duas coisas: sistema de padronização exemplar e um baixo turn-over, porque é na cabeça das pessoas e nos padrões que o conhecimento está guardado. E é o crescimento da empresa em conhecimento que permite que ela tenha resultados extraordinários. “A caminhada é longa, mas o caminho é esse”, concluiu.

HSM Online
01/12/2009